terça-feira, 11 de maio de 2010

"Como pode tanto amor viver assim sem direção?
Viver sem a parte amada, sem o outro coração?
Como pode tanto amor deixar de viver?
Amar tanto a ponto de esquecer seu próprio ser?
Viver para amar e esquecer de viver?"

sábado, 1 de maio de 2010

Não que sejam duas faces, mas uma se esconde mais.
Pelo medo, pelo receio. E a outra sou eu.
Essa também sou eu, mas a outra sou eu de verdade.
Onde tudo precisa ser intenso demais para não parecer superficial.
Essa outra aí, desperta um sorriso forçado, faz de uma palavra macia, a pura rigidez.
Veste todo dia a armadura necessária para quando cair se machucar menos.
Se resumem a mim, cada uma do seu jeito, cada uma no seu tempo.
Pena mesmo é elas nunca se encontrarem.